Holiday Inn Córdoba
- 86% das consultas resolvidas de forma automática
- 23% de aumento nas reservas diretas
O Google documentou como mais de 700 hotéis da América Latina transformam seus canais de mensagens em um canal de venda direta. Estes são os principais pontos do caso, em português.
O artigo original foi publicado em inglês pelo Google Cloud. Ler o caso completo →
Um hotel que recebe consultas pelo WhatsApp, Instagram, Facebook ou TikTok já tem a demanda resolvida. O que não tem é a capacidade de atendê-la no instante exato em que existe intenção de compra.
Essa intenção dura minutos. O hóspede que pergunta sobre disponibilidade em um domingo às onze da noite não espera até segunda-feira: continua procurando. E quando encontra resposta, muitas vezes a encontra em um intermediário que cobra comissão sobre uma reserva que o hotel já tinha conquistado.
Esse é o custo real de uma mensagem sem resposta. Não é uma reserva perdida: é uma reserva que o hotel paga duas vezes, primeiro em esforço comercial e depois em comissão.
A WeSpeak existe para fechar essa lacuna. Um agente de vendas conversacional que atende cada consulta no momento em que ela chega, conduz o diálogo com critério comercial e leva o hóspede da primeira mensagem até o pagamento confirmado, sem sair da conversa.
O caso publicado pelo Google cita resultados de clientes concretos:
São redes internacionais operando em mercados competitivos. A diferença não está em receber mais consultas, mas em responder às que já recebiam.
Antes de definir o modelo que impulsiona o agente, a equipe da WeSpeak executou mais de mil testes automatizados em cada alternativa avaliada, medindo as taxas de alucinação em cenários hoteleiros reais.
Esse critério não é um detalhe técnico. Um hóspede que consulta uma tarifa, uma política de cancelamento ou se o café da manhã está incluído precisa do dado exato. Uma resposta aproximada não é um incômodo menor: é uma reserva que cai ou uma reclamação no check-in.
O caso documenta uma mudança de design importante: passar de vários modelos encarregados de partes diferentes da conversa para um único agente capaz de resolvê-la por completo.
O agente dispõe de ferramentas e decide como usá-las. Consulta a disponibilidade, cria a reserva e gera o link de pagamento dentro do mesmo diálogo. Não segue uma árvore de opções: responde.
Na prática, um hóspede escreve pelo WhatsApp perguntando sobre quartos. Recebe alternativas com fotos, tira suas dúvidas sobre estacionamento ou check-out tardio, informa seus dados e recebe um link de pagamento. A reserva é confirmada em minutos, sem que ninguém da equipe intervenha.
Cada minuto de plataforma fora do ar é uma reserva que fica sem resposta. Por isso, a migração para o Cloud Run foi uma decisão comercial antes de ser técnica: contêineres que escalam automaticamente de acordo com o volume de consultas, sem um servidor fixo que possa derrubar todo o sistema.
A isso se soma um sistema de filas com novas tentativas automáticas. Se um serviço externo apresenta uma instabilidade, a plataforma insiste até que o hóspede receba resposta.
“Os hotéis que usam a WeSpeak vendem mais. É isso que os números mostram.”
A pergunta já não é se a inteligência artificial consegue sustentar uma conversa com um hóspede. É se ela consegue fechar uma venda sem supervisão, com o dado correto, a qualquer hora, e sem que o hotel assuma o risco de ela cair no pior momento.
O caso publicado pelo Google Cloud responde a essas três perguntas com resultados medidos em hotéis que operam hoje.